ARTIGOS

Organizações que aprendem - FPNQ (Fundação para o Premio Nacional da Qualidade)

O termo “Organizações que aprendem” refere-se às empresas que ampliam seu conhecimento, à medida que seus colaboradores também aprender no dia a dia de suas tarefas.

A quinta disciplina aborda este assunto, ao definir as cinco áreas pelas quais a empresa constrói sua trajetória de desenvolvimento:


1 - Raciocínio Sistêmico:

Peter Senge desenvolveu a ideia de arquétipos sistêmicos, que podem ajudar os gerentes a identificar padrões repetitivos, como por que alguns tipos de problema persistem ou porque os sistemas têm seus próprios limites internos ao crescimento.


2 - Domínio Pessoal:

Peter Senge inclui nesse conceito o crescimento espiritual: estar aberto a uma realidade progressivamente mais profunda e viver a vida com uma perspectiva criativa, em oposição a uma perspectiva reativa. Para isso, é preciso sempre exercitar e aprender a ver a realidade atual de maneira mais clara. A defasagem resultante entre a visão e a realidade produz a tensão criativa a partir da qual surge o apredizado.


3 - Modelos Mentais:

São o que Edgar Schein chama de “premissas básicas” da organização. Peter Senge afirma que os gerentes devem reconhecer o poder dos padrões de pensamento no nível do modelo organizacional e a importância da investigação não defensiva da natureza desses padrões.


4 - Visão Comum:

A visão comum pode se desenvolver a partir da visão pessoal. Peter Senge argumenta que a visão comum esta presente quando a tarefa associada à visão já não é mais vista pelos membros da equipe como algo independente deles.


5 - Aprendizado em Grupo:

Demanda dialogo e discussão. O dialogo é caracterizado pela sua natureza exploratória; a discussão, pelo processo inverso de selecionar as melhores alternativas disponíveis. Os dois se completam, mas somente se forem isolados no inicio.